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Câmaras mais dependentes do imobiliário na Grande Lisboa

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9 Nov 09 

As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo. O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.


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Tejo: Quercus lamenta transvase aprovado em Espanha

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6 Nov 09 

A associação ambientalista Quercus lamentou hoje que o Governo espanhol tenha aprovado mais um transvase do rio Tejo, alegando que a água que chega a Portugal é cada vez de menor qualidade e quantidade.


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Estados Unidos a braços com o dilema climático do carvão PDF Imprimir e-mail
09-Nov-2009

pollution.jpegO carvão será um dos acusados na cimeira climática de Copenhaga, em Dezembro. Mas no coração da América mineira, poucos são os que estão prontos a sacrificar-se em nome da luta contra as alterações climáticas. Nas colinas da Virgínia ocidental, o carvão é um modo de vida. Os habitantes do vale do Ohio, no sudoeste daquele estado, ganham a vida a explorar o carvão, sobre o qual assenta a economia local.

O carvão é um bom mercado, abundante e cada vez mais procurado. Mas também é, de longe, a energia mais poluente, responsável por 41 por cento das emissões de dióxido de carbono (CO2) no mundo. Segundo a Agência americana de Protecção do Ambiente (EPA, sigla em inglês), o carvão produz 50 por cento mais de CO2 que o petróleo e duas vezes mais que o gás natural utilizado na produção de electricidade.

As emissões de CO2 do carvão deverão triplicar no mundo entre 2000 e 2050, prevê um estudo publicado em 2007 pelo Massachusetts Institute of Technology. Só a China deverá construir o equivalente a duas centrais a carvão por semana, durante esse período.

Mas nos Estados Unidos, onde metade da produção de electricidade tem origem no carvão, o consumo também está a aumentar e com ele os obstáculos políticos a um acordo sobre a redução das emissões de gases com efeito de estufa. Os representantes da Virgínia ocidental em Washington nem querem ouvir falar de impostos sobre as emissões poluentes ou de um sistema de comércio de emissões.

Mas os negociadores de Copenhaga podem apoiar-se num segmento da indústria da Virgínia que vê na protecção do Ambiente uma possibilidade de obter receitas. Em Ohio, o grupo francês Alstom instalou a maior instalação mundial de captura de dióxido de carbono. Esta, que entrou em serviço a 1 de Setembro, foi concebida para capturar cem mil toneladas de CO2 por ano, à saída das chaminés de uma central a carvão. O CO2 será depois enterrado a 2100 metros de profundidade.

No entanto, nem todos estão convencidos com as virtudes desta tecnologia. Os ecologistas acusam-na de prejudicar a saúde dos habitantes das proximidades. E os cientistas duvidam das soluções e dos seus custos.

Fonte: AFP / Público

 
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O Ambiente na Encruzilhada. Por um futuro sustentável
Conferência Gulbenkian 2009

 

27 e 28/10/2009
09h00 às 18h00
Aud. 2
Entrada Livre

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