 O presidente norte-americano, Barack Obama, e o seu congére da China,
Hu Jintao, comprometeram-se a tentar alcançar um consenso abrangente na
conferência sobre alterações climáticas que vai ter lugar em Copenhaga,
esforçando-se para que seja um êxito.
O presidente norte-americano, Barack Obama, e o seu congére da China,
Hu Jintao, comprometeram-se a tentar alcançar um consenso abrangente na
conferência sobre alterações climáticas que vai ter lugar em Copenhaga,
esforçando-se para que seja um êxito.
Numa conversa telefónica,
os presidentes daqueles dois países falaram sobre a questão do clima e
ambos manifestaram vontade de contribuir para solucionar o problema,
informa o “site” oficial da cimeira de Copenhaga.
De acordo com
o “People’s Daily”, Obama afirmou que tanto os Estados Unidos como a
China deram passos importantes no âmbito das alterações climáticas e
que ambos os países tentarão tomar medidas concretas para atender aos
desafios e fazer da conferência de Copenhaga um sucesso.
“Apesar
de subsistirem algumas questões no que diz respeito a um acordo final,
há esperanças de um resultado positivo na conferência de Copenhaga,
desde que as partes interessantes trabalhem em conjunto de forma
estreita”, disse por sua vez o presidente Hu, citado pela agência
noticiosa Xinhua.
Ao longo dos últimos tempos, têm sido mantidas
muitas conversações bilaterais, o que preocupa alguns observadores,
refere o “The Guardian”. Com efeito, há quem receie que os acordos
bilaterais que forem sendo alcançados debilitem um acordo global em
Copenhaga, já que pode começar a intensificar-se a ideia de abandonar o
projecto de uma limitação a nível mundial das emissões de gases com
efeito de estufa.
Todd Stern, enviado especial do Departamento
de Estado norte-americano à reunião de dois dias sobre o clima que
decorreu no domingo e na segunda-feira em Londres, afirmou que o ideal
é chegar a um acordo que contemple os compromissos de cada nação a
título individual, em vez de se almejar um objectivo global com base
nos cortes específcos que os cientistas dizem ser necessários para se
evitarem alterações climáticas catastróficas. “A legislação doméstica
pode ser mais solidamente cumprida do que os tratados internacionais”,
salientou Stern, citado pelo “The Guardian”.
Fonte: Jornal de Negócios
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