Vídeos
The story of cap and trade217x188_capandtrade.png
País de Betão
Recortes de Imprensa
Câmaras mais dependentes do imobiliário na Grande Lisboa

publico.jpg 

9 Nov 09 

As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo. O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.


Ler Mais...
Tejo: Quercus lamenta transvase aprovado em Espanha

agencia_lusa.jpg 

6 Nov 09 

A associação ambientalista Quercus lamentou hoje que o Governo espanhol tenha aprovado mais um transvase do rio Tejo, alegando que a água que chega a Portugal é cada vez de menor qualidade e quantidade.


Ler Mais...
Sob protesto da ex-Ministra do Ambiente do Brasil, é aprovada lei que afecta Amazónia PDF Imprimir e-mail
11-Jul-2008

marinasilva.jpgO Senado brasileiro aprovou quarta-feira (9) a Medida Provisória 422 que aumenta a área da Amazónia Legal que pode ser concedida para uso rural sem a necessidade de licitação. O limite passa de 500 para 1.500 hectares. A proposta, que ainda depende de sanção presidencial, prevê que até 20% da área concedida poderá ser desmatada. A votação foi marcada pela oposição acirrada da ex-ministra do Meio Ambiente, a senadora Marina Silva (PT-AC), que chegou a acusar o governo de legalizar a grilagem de terras na Amazónia ao editar a medida provisória: “Essa medida vai significar um processo de privatização de terras, de legalização de áreas que foram ilegalmente griladas e com graves prejuízos para o Plano de Combate ao Desmatamento da Amazónia”.

Quase dois meses depois de deixar a pasta, ela acabou levando a proposta para votação nominal ao apresentar uma emenda excluindo as áreas de florestas públicas da possibilidade de ampliação da concessão. O relator e líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), não aceitou a proposta de emenda e alegou que a medida somente regulariza uma situação já existente.

A discussão ganhou um tom de desabafo no momento em que Marina enfatizou não ter participado de decisões que levaram à edição da medida provisória. “Alguém poderia indagar se, no governo, eu participei desse processo (de desmatamento). Eu não participei desse processo. O Ministério do Meio Ambiente também não participou. Essa medida é contrária a tudo o que fizemos nesses cinco anos e que levou o desmatamento a cair 59%”, disse a ex-ministra.

Ao se contrapor a proposta, Marina enfatizou que nada garante que o governo não tomará no futuro outra medida para legalizar àqueles que ocuparem as áreas de florestas públicas. “Quem foi que disse que amanhã ou depois não se fará uma nova medida para os que ocuparam ilegalmente as terras públicas e as florestas públicas, as unidades de conservação, as terras indígenas, as unidades de proteção integral e assim por diante, não venham a ter novamente uma lei para regularizar os seus processos de grilagem?”, questionou a ministra.

Representante de Roraima, onde existem várias ocupações, Jucá disse que a senadora estava sendo injusta com ele e como povo de Roraima e do Amapá. “A senadora Marina está sendo injusta com o povo de Roraima e o povo do Amapá. O povo do meu estado não grila terras, é ocupante de terras públicas e não de florestas públicas. O que estamos tratando aqui é de regularização de terras públicas e não de florestas públicas”, disse o senador.

(Envolverde/Agência Brasil)

 
< Artigo anterior   Artigo seguinte >
Temas
Opinião
O mercado de carbono na base do capitalismo fóssil

ricardo_coelho.jpg

As alterações climáticas são consequência da acumulação de gases com efeito de estufa da atmosfera, libertados essencialmente pela queima de combustíveis fósseis (carvão, gás natural e petróleo). Daqui decorre que apenas podemos continuar a viver num planeta com o clima que conhecemos desde que o ser humano surgiu se acabarmos com a nossa dependência dos combustíveis fósseis. Mas esta dependência traz consigo poderosos lobbies, que os governantes dos países industrializados não querem enfrentar.


Ler Mais...
No Parlamento
Programa eleitoral do Bloco de Esquerda

O programa eleitoral do Bloco de Esquerda pode ser consultado aqui , e o capítulo sobre ambiente está entre as páginas 66 a 77.
espaco.jpg
espaco.jpg
espaco.jpg
Agenda Activista
O Ambiente na Encruzilhada. Por um futuro sustentável
Conferência Gulbenkian 2009

 

27 e 28/10/2009
09h00 às 18h00
Aud. 2
Entrada Livre

Consulta o programa aqui.


espaco.jpg
Calendário Ambiental
espaco.jpg
Em Linha
esquerda.png

site_bloco.png

grupo_parlamentar.png

blocomotiva.png
tit_newsletter.png






RSS Ecoblogue Global
© 2010 Ecoblogue
Joomla! is Free Software released under the GNU/GPL License.