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Câmaras mais dependentes do imobiliário na Grande Lisboa

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9 Nov 09 

As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo. O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.


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Tejo: Quercus lamenta transvase aprovado em Espanha

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6 Nov 09 

A associação ambientalista Quercus lamentou hoje que o Governo espanhol tenha aprovado mais um transvase do rio Tejo, alegando que a água que chega a Portugal é cada vez de menor qualidade e quantidade.


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Degradação do solo aumenta e afecta um quarto da população mundial PDF Imprimir e-mail
04-Jul-2008

drout.jpgA degradação do solo está a aumentar em muitas partes do mundo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (2) pela FAO, com dados referentes a um período de 20 anos. Definida como o declínio a longo prazo na função e na produtividade de um ecossistema, a degradação do solo está a aumentar em gravidade e extensão, afectando mais de 20% das terras agrícolas, 30% das florestas e 10% dos pastos. Cerca de 1,5 mil milhões de pessoas, um quarto da população mundial, depende directamente dos solos que estão em processo de degradação.

As consequências desse fenôómeno incluem diminuição da produtividade agrícola, migração, insegurança alimentar, prejuízos a recursos e ecossistemas básicos e a perda de biodiversidade genética e de espécies, devido a mudanças nos habitats.

“A degradação do solo tem também importantes implicações para a redução e a adaptação àsalterações climáticas, já que a perda de biomassa e de matéria orgânica do solo libera carbono na atmosfera e afecta a qualidade do solo e sua capacidade de reter a água e os nutrientes”. afirmou Parviz Koohafkan, Director da Divisão de Terras e Águas da FAO.

O estudo indica que, apesar da determinação dos 193 países que ratificaram a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, em 1994, a degradação do solo está a agravar-se, ao invés de diminuir.

Cerca de 22% das terras em processo de degradação estão em zonas ou muito áridas ou sub-húmidas secas, enquanto 78% estão em regiões húmidas. O estudo revela que a principal causa da degradação do solo é a má gestão da terra.

Em comparação com avaliações anteriores, o estudo revela que a degradação do solo tem afectado novas regiões desde 1991, enquanto que algumas áreas historicamente muito degradadas foram tão afectadas que agora estão estáveis, por terem sido abandonadas ou exploradas com baixo nível de produtividade.

Os dados sobre a degradação do solo em nível mundial são parte do estudo apresentado pela FAO, pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) e pela Informação Mundial do Solo (ISRIC). O estudo chama-se Avaliação da Degradação do Solo em Zonas Áridas (LADA, em inglês) e foi financiado pelo Global Environment Facility.

Mas as notícias não são apenas más. A pesquisa identificou uma série de lugares onde o solo é utilizado de forma sustentável (19% das terras agrícolas) ou se está alcançando maior qualidade e produtividade (10% dos bosques e 19% dos pastos).

Muitos dos avanços em terras agrícolas estão associados à irrigação, mas também há exemplos de melhorias em terras agrícolas e pastos nas pradarias e planícies da América do Norte e Índia Ocidental. Alguns dos avanços são resultado de aumento da cobertura florestal, seja com plantio de florestas, em especial na Europa e América do Norte e com algumas projectos de bonificação de terras, por exemplo no norte da China.

No entanto, algumas das iniciativas positivas se baseiam na invasão de áreas agrícolas e pastos por florestas e arbustos, o que por regra geral não é considerado melhoria do solo.

O estudo mostra que a degradação da terra continua sendo um assunto prioritário que requer atenção renovada dos cidadãos, comunidades e governos.

O ranking por país e por população rural afectada com a degradação dos solos é: 1- China (457 milhões de pessoas); 2 – Índia (177 milhões de pessoas); 3 – Indonésia (86 milhões); 4 – Bangladesh (72 milhões); 5 – Brasil (46 milhões).
 
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O mercado de carbono na base do capitalismo fóssil

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As alterações climáticas são consequência da acumulação de gases com efeito de estufa da atmosfera, libertados essencialmente pela queima de combustíveis fósseis (carvão, gás natural e petróleo). Daqui decorre que apenas podemos continuar a viver num planeta com o clima que conhecemos desde que o ser humano surgiu se acabarmos com a nossa dependência dos combustíveis fósseis. Mas esta dependência traz consigo poderosos lobbies, que os governantes dos países industrializados não querem enfrentar.


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No Parlamento
Programa eleitoral do Bloco de Esquerda

O programa eleitoral do Bloco de Esquerda pode ser consultado aqui , e o capítulo sobre ambiente está entre as páginas 66 a 77.
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Agenda Activista
O Ambiente na Encruzilhada. Por um futuro sustentável
Conferência Gulbenkian 2009

 

27 e 28/10/2009
09h00 às 18h00
Aud. 2
Entrada Livre

Consulta o programa aqui.


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