Câmaras mais dependentes do imobiliário na Grande Lisboa
9 Nov 09
As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo. O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.
Tejo: Quercus lamenta transvase aprovado em Espanha
6 Nov 09
A associação ambientalista Quercus lamentou hoje que o Governo espanhol tenha aprovado mais um transvase do rio Tejo, alegando que a água que chega a Portugal é cada vez de menor qualidade e quantidade.
Terra suporta cada vez menos o impacto ecológico do homem
24-Nov-2009
"Planeta Azul" precisa de 18 meses
para regenerar os recursos consumidos pelo Homem num ano. O diferencial
tem aumentado ao longo dos últimos anos.
A Terra suporta cada vez menos o
impacto ecológico das actividades humanas, já que são necessários 18
meses ao planeta para regenerar os recursos que a humanidade consome
num ano, segundo um estudo de um grupo de investigação privado
norte-americano hoje, terça-feira, publicado.
As causas são principalmente humanas (além da subida do nível médio do mar) e começam longe do litoral.
A
construção de molhes e paredões deve acontecer "em casos excepcionais",
para proteger grandes aglomerados urbanos "e se essa intervenção for
duradoura e não puser em risco outros localizados a sotamar", diz o
geógrafo José Nunes André, especialista em Geomorfologia Litoral do
pólo do IMAR na Universidade de Coimbra. "Não resolvem as causas da
erosão, apenas as transferem para sotamar (na costa Ocidental, para
sul; na costa sul, para leste)", afirma, apontando recuos
significativos entre a foz do Douro e Nazaré.
Descobertas espécies que vivem na escuridão do mar
24-Nov-2009
Uma
equipa internacional de cientistas está a catalogar as espécies
marinhas que vivem a grandes profundidades. A novidade é que já
registaram mais de 23 mil espécies. Entre as mais estranhas encontra-se
um 'polvo' de dois metros que recebeu o nome de 'Dumbo' por ter
barbatanas em forma de orelha e uma minhoca que se alimenta de petróleo
Os ministros do Ambiente da União Europeia (UE) realizam esta segunda-feira reunião extraordinária
24-Nov-2009
Os ministros do
Ambiente da União Europeia (UE) realizam esta segunda-feira uma reunião
extraordinária em Bruxelas para preparar a cimeira sobre as mudanças
climáticas de Copenhaga, da qual se espera um acordo para substituir o
Protocolo de Quioto.
"A UE trabalhará para
obter em Copenhaga um resultado que seja completo, ambicioso e
vinculativo", disse o ministro do Ambiente sueco, Andreas Carlgren.
Os Estados
Unidos anunciaram hoje que estão dispostos a assumir um objectivo
quantificado de redução das emissões de gases com efeito de estufa,
reforçando as possibilidades de um acordo de combate às alterações
climáticas na cimeira das Nações Unidas de Copenhaga, em Dezembro.
Também
hoje, a Organização Meteorológica Mundial anunciou que a concentração
de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera nunca foi tão alta: 385,2
partes por milhão.
Nas
vésperas da Cimeira de Copenhaga continuam a ser produzidos estudos que
mostram uma aceleração da produção de gases com efeito de estufa. Mas
neste caso há uma conclusão mais grave: os sistemas naturais de
absorção de dióxido de carbono (oceanos, florestas) estão a ficar menos
eficientes
A duas semanas da cimeira das Nações Unidas sobre
clima, em Copenhaga, continuam a ser publicados estudos com indicadores
contraditórios sobre o estado do planeta. Ontem, foi divulgado na
revista Nature Geoscience um estudo inserido no Projecto Global de
Carbono (PGC) cujas conclusões são, no mínimo, alarmantes.
Nas
vésperas da Cimeira de Copenhaga continuam a ser produzidos estudos que
mostram uma aceleração da produção de gases com efeito de estufa. Mas
neste caso há uma conclusão mais grave: os sistemas naturais de
absorção de dióxido de carbono (oceanos, florestas) estão a ficar menos
eficientes
A duas semanas da cimeira das Nações Unidas sobre
clima, em Copenhaga, continuam a ser publicados estudos com indicadores
contraditórios sobre o estado do planeta. Ontem, foi divulgado na
revista Nature Geoscience um estudo inserido no Projecto Global de
Carbono (PGC) cujas conclusões são, no mínimo, alarmantes.
Mulheres pobres mais vulneráveis a alterações do clima
19-Nov-2009
Relatório das Nações Unidas alerta para a importânciado planeamento familiar como forma de mitigação
As mulheres que vivem nos países subdesenvolvidos sofrem um impacto
"desproporcionado" das alterações climáticas e são das mais afectadas
pelo aquecimento global. A sua vulnerabilidade preocupa as Nações
Unidas.
Bangladesh precisa de dez mil milhões de dólares contra as alterações climáticas
19-Nov-2009
O Bangladesh precisa de dez mil milhões de dólares (6,7 mil milhões
de euros) nos próximos quatro anos para enfrentar extremos climáticos
como secas, cheias e furacões. A estimativa foi avançada à agência
France Presse pelo ministro do Ambiente do Bangladesh, Hasan Mahmud,
que reivindica que os países desenvolvidos paguem a factura.
A Rússia estará
disposta a baixar mais as emissões de gases de efeito de estufa, foi
anunciado ontem, quarta-feira, pela presidência da Comissão Europeia no
fecho de uma cimeira bilateral. Mas compromissos, só talvez em
Dezembro.
A
Rússia estará disponível para reduzir mais a taxa de emissões de gases
poluentes, passando de 15% para 20 a 25%. O presidente russo, Dmitri
Medvedev, não referiu estes números na conferência de imprensa após a
cimeira entre a União Europeia e a Rússia sobre questões energéticas e
poluição. Quem o fez foi Durão Barroso, que também esteve a participar
nos trabalhos em Estocolmo e no mesmo encontro com jornalistas. A
Rússia poderá mesmo chegar aos 30% se, na conferência de Copenhaga
sobre alterações climáticas, países industrializados ou emergentes se
dispuserem a taxas igualmente significativas.