9 Nov 09
As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo. O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.






Em sequência de uma queixa apresentada pela Quercus relativamente à componente rodoviária da terceira travessia do Tejo, integrada na linha de alta velocidade Lisboa-Madrid, fomos informados pela Comissão Europeia de que o processo será arquivado por existirem dúvidas sobre se o TGV irá ou não avançar em Portugal.
A Associação Portuguesa de Deficientes (APD) atribui hoje "certificados da imobilidade" ao Governo e a autarquias para "repudiar" a manutenção dos obstáculos à mobilidade das pessoas com deficiência. Os certificados vão ser entregues na presidência do Conselho de Ministros e têm como destinatários os ministérios das Obras Públicas, da Educação, do Trabalho e da Solidariedade Social e o primeiro-ministro, disse à Lusa Joaquim Cardoso, da APD.
O líder do Bloco de Esquerda (BE) apanhou ontem o comboio em Santarém com destino ao Entroncamento, num gesto de solidariedade com as largas centenas de pessoas que diariamente usam este meio de transporte para Lisboa sem direito a passe social.
O Movimento Plataforma do Choupal, de Coimbra, congratulou-se hoje com a decisão
do Governo de cancelar o concurso público da concessão “Auto-Estradas do
Centro”, onde se incluía o atravessamento da Mata do Choupal pelo futuro
IC2. Luís Sousa, do movimento, manifestou à Agência Lusa a “satisfação por ter o
concurso de regresso à estaca zero”, salientando que a “suspensão quer dizer que
o concurso pode ser todo redifinido, como já tem sido defendido por muitas
vozes”.



