9 Nov 09
As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo. O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.




Seis dos dez centros comerciais com inauguração prevista para este ano não chegaram a abrir por causa da crise económica.
O empreendimento turístico da Mata de Sesimbra Sul recebeu, no dia
22 de Outubro, uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável
condicionada por parte do Ministério do Ambiente, apesar das
debilidades graves do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) e da
inaceitável pressão urbanística que o projecto irá implicar num local
com habitats importantes e em todo o concelho de Sesimbra.
O movimento Plataforma do Choupal, que se tem batido contra o traçado do novo Itinerário Complementar 2 (IC2) na Mata Nacional do Choupal, em Coimbra, vai apresentar um novo processo judicial. Desta vez, o objectivo é impedir a realização do novo concurso da Subconcessão Auto-Estradas do Centro, onde se inclui aquele troço contestado pelo movimento cívico.

As áreas metropolitanas de Lisboa e Porto absorvem mais de 70 por cento da oferta de habitação em Portugal Continental e que eram, no primeiro trimestre deste ano, referentes a 490 mil habitações. As casas mais baratas estão no Norte; as mais caras estão no Algarve.
O acesso à ria de Alvor - sítio classificado de interesse comunitário - está a ser alvo de várias práticas e usos que contrariam a "sensibilidade" ecológica desta área abrangida pelo Plano de Ordenamento de Orla Costeira (POOC) Burgau-Vilamoura. o que levou ontem a Quercus a exigir o seu encerramento.



