9 Nov 09
As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo. O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.




Três em cada
cinco edifícios construídos em Portugal antes de 2009 e que já
obtiveram certificação energética estão abaixo do nível mínimo de
eficiência que é exigido às casas novas. Melhorar este quadro implica
um investimento total de 500 milhões de euros, recuperável no entanto
em oito anos.
O consumo mundial de electricidade vai recuar em 2009 pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, indica um estudo do observatório dos mercados da energia.
Peritos europeus alertam que empreendimentos violam Directiva da Água
A presidente do Movimento Nacional contra a Alta Tensão em Zonas Habitadas, Helena Carmo, disse em Leiria estar confiante de que nesta legislatura prevaleça na lei o princípio da precaução na instalação das linhas. "Nós temos expectativa de que desta vez haja o bom-senso de fazer prevalecer o princípio da precaução relativamente a situações em que há uma grande dúvida entre a comunidade científica sobre os efeitos dos campos electromagnéticos", afirmou Helena Carmo, que participou numa assembleia popular na freguesia de Pousos, Leiria.
Hoje os negócios ligados ao mar são incipientes e representam apenas 2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, empregando directamente cerca de 75 mil pessoas. Mas o potencial do mar, cujo Dia Nacional é celebrado em 16 de Novembro, é enorme, podendo representar cerca de 10 a 12 por cento do PIB português em 2025, ou seja, de 15 a 18,6 mil milhões de euros por ano. Para chegar a este estado, o País tem de «virar» em direcção ao mar e aproveitar toda uma série de novos negócios.
O carvão será um dos acusados na cimeira climática de Copenhaga, em Dezembro. Mas no coração da América mineira, poucos são os que estão prontos a sacrificar-se em nome da luta contra as alterações climáticas. Nas colinas da Virgínia ocidental, o carvão é um modo de vida. Os habitantes do vale do Ohio, no sudoeste daquele estado, ganham a vida a explorar o carvão, sobre o qual assenta a economia local.



