9 Nov 09
As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo. O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.




O Papa Bento XVI criticou hoje a “especulação” sobre o preço dos alimentos, criticando que sejam tratados como outro qualquer produto.
O ministro da Agricultura, António Serrano, alertou hoje para a
necessidade de adoptar novas práticas e variedades agrícolas para
enfrentar as alterações climáticas, admitindo que os organismos
geneticamente modificados vão desempenhar um papel relevante neste
campo.
o de milho transgénico, deixando nas mãos da Comissão Europeia
a responsabilidade de decidir sozinha, informaram fontes europeias.
É mais um número, desta vez redondo: mil milhões de pessoas no planeta têm fome, mais nove por cento do que no ano passado. Visto em perspectiva, quase um sexto da população mundial. Resultado da crise? Sim, sem dúvida. Mas não só. É sobretudo resultado do fracasso das intenções mil vezes anunciadas, mas que falham por nunca alcançarem o terreno e resolverem o básico - erguer ou reerguer a agricultura em inúmeras partes do mundo.
Dezenas de agricultores de Alcácer do Sal fizeram hoje uma marcha de protesto para exigir que a Câmara Municipal proceda à pavimentação da estrada para os secadores de arroz e que o Governo fixe um preço justo para a produção. "Exigimos que o governo estabeleça um preço justo para a produção de arroz e que acabe com as ilegalidades na superfícies comerciais, que estão a vender arroz importado dos países asiáticos, abaixo dos custos de produção, o que dificulta o escoamento da produção nacional" disse à Lusa Custódio Baptista, produtor de arroz da Herdade da Comporta.



